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6 de setembro de 2012

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Dicas para cachos por Reynaldo Gianecchini

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Como já vimos aqui no blog, Giane já declarou por várias vezes em várias entrevistas que curte bastante seu novo visual quando se trata dos seus novos cachos “Desde o primeiro dia já me acostumei. Adoro mudar o visual e estava torcendo para meu cabelo vir diferente. Estou adorando e está sendo até engraçado”, afirma o ator.

E agora ele dá até conselhos para quem também tem cabelos cacheados: “Esse cabelo não tem nada para fazer. É acordar e do jeito que lavou, ficou. É o que tenho a oferecer”, brincou ele nos bastidores do Altas Horas que já foi ao ar.... e ainda completou ....“As pessoas acham que cabelo enrolado é cabelo ruim. Eu estou amarradão, porque dá um ar de desleixo bacana. A minha dica para quem tem esse tipo cabelo é: curta!”

Temos mesmo que seguir esse conselho dele, e curtir sim, liso ou cacheado, curto ou longo, temos é que dar valor ao que Deus nos permite ter.
 
Fonte: Globo.com

4 de setembro de 2012

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Entrevistando Reynaldo Gianecchini

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Reynaldo Gianecchini está parecendo um garoto. É o povo do Projac que diz. Muita gente que o encontra nas gravações de Guerra dos sexos não o reconhece por conta da cabeleira cacheada que ele exibe desde que terminou o tratamento de um câncer no sistema linfático. Mas o ator continua a arrancar suspiros. Em entrevista ao jornal Extra, do Rio de Janeiro, ele falou do novo visual, da volta à TV como o motorista Nando e do sonho de ajudar as crianças.

Estranhou quando seu cabelo nasceu cacheado?
Nem um pouco. Estou curtindo. Tem gente que estranha e vê o cabelo enrolado como menor. Quando vou fazer um ensaio fotográfico, e me pedem para dar uma alisada, explico: “Isso aqui não alisa. É toinhoimnhoim total! Mas minha médica disse que os fios podem voltar a nascer lisos a qualquer momento.

Como tem sido seu retorno às gravações da novela?
Em três semanas, já fiz tudo o que se pode imaginar: gravei acidente de moto, explosão de lancha, fugi de cachorro, subi coqueiro, pulei janela, portão, caí no mar. Muito louco. Quando recebi os capítulos, cansava só de ler. Eu estava fraquinho no hospital. Fora que o Nando fica de shortinho o tempo todo. Nada como ter que ficar com pouca roupa na televisão para se estimular a ficar legal. Ninguém quer pagar mico na TV.

O que aconteceu que você quebrou um dedo?
Fiz um monte de cena de ação, mas não caí em nenhuma. Escorreguei com o sapato novo, fora da gravação. O tombo foi feio. Fui proteger meu rosto, e caí em cima da mão esquerda.

A lesão atrapalhou em algo?
Há quatro semanas que eu não malho por causa do dedo quebrado. O personagem é atlético, estou preocupado com isso. Mas está bem. Estou numa fase que tento não me estressar com nada. Tinha recomeçado a fazer exercício e tive que parar de novo. Mas aceito tudo. Tento viver dentro do que a vida me propõe, tô achando graça até no trânsito parado.

Por que conta com dois dublês nas gravações?
Um engana bem no vídeo, e outro é mais de ação, que não é tão parecido comigo. A produção contratou para me proteger. Mas eu quero fazer tudo. Se não for realmente uma cena de perigo — que eu não estou aqui para correr riscos, e nem sou treinado para isso — eu faço. Sempre digo que queria era ser dublê. Adoro fazer cena de ação. Você tem que estar inteiro, usar todo o corpo.

O que pretende contar em sua biografia?
Não tinha o menor interesse nisso, porque a minha natureza é discreta. Mas o Guilherme Fiúza me fez uma proposta de escrever como se fosse o roteiro de um filme, e eu um personagem. Vai contar as viradas da minha vida e não a história sobre a minha doença. Não será de autoajuda ou para eu ficar me enaltecendo. Vai contar fracassos e fragilidades da vida, e o que passei para ser quem sou hoje.

A renda vai ser beneficente?
O livro vai gerar uma grana para eu criar uma instituição, não quero nenhum centavo para mim. A intenção é fazer algo maior. É um projeto antigo, mas ainda muito embrionário. Tenho que formar uma equipe em Birigui (cidade natal do ator, no interior de São Paulo), para ajudar as crianças.

Isso tem a ver com o contato que teve com crianças durante seu tratamento?
Na ala do hospital em que eu estava tinha muita criança com câncer. E foi muito bom conhecê-las. Não fazem drama e têm uma força. Várias passavam maus bocados lá e estavam sempre pensando na vida e não na morte.

Crédios para o site divirta-se.uai que publicou essa matéria.


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Explicação cientifica para mudança do cabelo de Reynaldo Gianecchini

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Depois que o ator Reynaldo Gianecchini, 39, apareceu com os cabelos crespos e cacheados por conta do tratamento de um linfoma, muitos se perguntam se a quimioterapia afeta a textura do cabelo e se esses efeitos são reversíveis.

O cabelo que nasce logo depois do tratamento costuma ser diferente do cabelo que a pessoa tinha antes. "Isso acontece porque os fios crescem em ciclos diferentes, primeiro mais grossos, depois mais finos, o que deixa o cabelo desigual", explica Artur Malzyner, oncologista do Hospital Israelita Albert Einstein e membro da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica.

Recentemente, o "British Journal of Dermatology" publicou um estudo sobre as modificações estruturais do cabelo após a quimioterapia. O estudo concluiu que a mudança no aspecto dos fios acontece por conta da diminuição da espessura da fibra capilar e da alta variação na espessura dos fios no couro cabeludo do indivíduo.

Em geral, o que acontece durante a quimioterapia é uma queda acentuada de cabelo. O paciente fica praticamente careca porque as células responsáveis pelo crescimento de pelos têm uma taxa de proliferação muito alta, comparável à velocidade de divisão celular de alguns tumores malignos. Isso faz com que, na tentativa de evitar a proliferação de células cancerígenas, o tratamento destrua também as células do cabelo.

Cerca de três meses depois do tratamento começam a nascer fios diferentes do original. Em um ano, a maior parte dos pacientes já está com o cabelo completamente normal, explica Malzyner.

A mudança no fio ocorre porque a região que controla a espessura e a simetria da fibra capilar é justamente a matriz, área celular afetada pela quimioterapia. Assim, cabelos antes lisos e grossos podem se tornar cacheados e finos e vice-versa.

Pode haver ainda mudanças na cor. O ator Reynaldo Gianecchini, por exemplo, disse que teve de pintar os cabelos, que passaram a nascer grisalhos depois da quimioterapia. "Há registro de pessoas ruivas que se tornaram loiras e de pessoas muito jovens que ficaram grisalhas", conta a dermatologista Camila Hofbauer, do Grupo de Dermatologia Estética do Hospital das Clínicas da USP.

Não dá para prever se o cabelo voltará ao normal. Caso não volte, o jeito é recorrer a tratamentos estéticos se o paciente não se acostumar com o novo cabelo.

Já existem técnicas para controlar a queda durante a quimioterapia: "Dá para usar um dispositivo de resfriamento do couro cabeludo que causa a vasoconstrição local e reduz os efeitos do medicamento nos folículos", explica Hofbauer

Para Maria da Glória Gimenes, psico-oncologista e autora do livro "A Mulher e o Câncer" (Livro Pleno, R$ 31, 325 págs), o cabelo costuma ser o ponto fraco do paciente com câncer. "Quem vê de fora pensa que é excesso de vaidade, mas as mudanças no cabelo denunciam a doença. São elas que impedem que o paciente tenha sua privacidade, conte sobre o problema apenas para quem ele quiser", diz.

Fonte: Agência de notícias
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Giane chega novamente em São Paulo

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Rio - São Paulo, São Paulo - Rio... enquanto grava Guerra dos Sexos Reynaldo Gianecchini é visto intercalando sua morada nas duas cidades. Hoje ele chegou em São Paulo e foi fotografado com sua mãe D. Heloisa no aero porto de Congonhas.

Apesar de já ter feito fotos e ter sido flagrados sem a tala em sua mão machucada, nas imagens de hoje a tala volta a ser usada. No programa altas horas ele falou sobre esse acidente: “Foi só um escorregão besta. O meu sapato estava novo e me estabaquei no chão. Fui proteger o rosto e machuquei o dedo”, afirmou o ator em recente participação no programa "

3 de setembro de 2012

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Livro sobre Reyaldo Gianecchini será lançado em 2013

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O Livro que vai falar sobre a vida de Reynaldo Gianecchini não vai ser lançado este ano. O jornalista Guilherme Fiúza, diz que só vai ser lançado em 2013.
O livro não é uma biografia, mas conta sobre grande parte da vida do ator seus altos e baixos, suas vitórias incluindo a vitória contra o câncer.
Vários amigos pessoais e da profissão já participaram e estão participando também desse livro através de depoimentos.


Fonte: Jornal do Brasil


31 de agosto de 2012

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Gianecchini na Office Paper Brasil Escolar

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Como sabemos Reynaldo Gianecchini apoia o projeto Sou fã de Criança, e nesta quarta feira ele visitou o estande da Clio Style que representa a marca Sou Fã de Criança/Graacc na Office Paper Brasil Escolar – feira de produtos, suprimentos e acessórios para escritórios, papelarias e escolas. O evento foi realizado no Anhembi, em São Paulo.
Com seus belos cachinhos, Giane posou para fotos e trouxe mais alegria a feira.

Fonte: Ego
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Vídeo Ensaio para revista GQ

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Ensaio fotográfico que Reyndaldo Gianecchini fez para a revista GQ